Você ganhou a ação.
E não consegue encontrar nada.
Eu assumo a execução do seu processo trabalhista em parceria. O cliente continua sendo seu, o dinheiro cai na sua conta, e eu só recebo se você receber.
Quero analisar um processoAnálise sem compromisso. Honorários só no êxito.
Esse relógio corre contra você. Desde a reforma de 2017, a prescrição intercorrente na execução trabalhista pode ser declarada de ofício, sem ninguém requerer, depois de dois anos de processo parado. Enquanto ainda cabe recurso, tem o que fazer. Depois do trânsito em julgado, ninguém reverte.
em execuções trabalhistas
que eu assumo
para a prescrição intercorrente
A sentença saiu a seu favor. E parou por aí.
Você provou o vínculo, provou as horas, provou o dano. O juiz te deu razão em tudo. E aí veio a parte que ninguém ensina na faculdade.
A pesquisa de bens volta vazia. O bloqueio não pega nada. A empresa fechou as portas, o CNPJ virou casca, e o sócio, quando você procura, não tem nada no nome. O processo vai pro arquivo esperando um milagre.
"Ganhei. E não consigo encontrar nada."
Enquanto isso o cliente liga. E você não tem o que dizer, porque a verdade é que não depende mais de competência sua. Depende de alguém sentar e ler documento por documento até achar por onde o dinheiro anda.
- O tempo que você já gastou nesse processo não volta, e até agora não virou um centavo de honorário.
- A sucumbência também é sua e está parada junto com o crédito do cliente.
- Uma vitória que não vira dinheiro pesa mais na sua reputação do que uma ação que você perdeu.
Antes de tudo: eu não quero o seu cliente.
Vou ser direto, porque é o que você está pensando agora. Se eu quisesse carteira de clientes, eu pegava casos parecidos só pra mim, ficava com 100% do valor e nem pensava em parceria.
O meu negócio é volume. Eu ganho dinheiro destravando processo que já foi decidido, e quanto mais sentença ganha e parada eu tiver na mão, melhor pra mim. Por isso eu preciso de você, e não do seu cliente.
Então o desenho da parceria é o seguinte, e ele não muda:
- Todo o dinheiro cai na sua conta. Nunca na minha. Você recebe primeiro e depois me repassa a minha parte.
- O contato com o cliente é seu, do começo ao fim. Eu falo com você, você fala com ele.
- Quem aparece pro cliente é você. Quando o dinheiro entrar, quem resolveu o caso dele foi você.
Eu não quero a sua carteira.
Eu quero o processo travado.
O dinheiro costuma existir. Só não está onde todo mundo procura.
Não vou detalhar a técnica aqui, e o motivo é simples: processo é público. Mas dá pra mostrar onde ele estava.
A empresa não tinha nada. O filho menor de idade tinha.
Executado sem bens, sem movimentação, sem patrimônio no nome. A conta que girava dinheiro estava no nome do filho, ainda menor de idade, que obviamente não movimentava nada sozinho.
Foi preciso ler os documentos até a movimentação aparecer. Depois disso, o caminho já era jurídico.
O patrimônio estava em nome de terceiros.
Bens e valores registrados fora do nome do devedor, na esperança de que ninguém fosse cruzar as informações. É o que mais aparece, e é o que mais passa batido.
Quando você sabe o que procurar dentro de um extrato e de um contrato social, a estrutura cai.
A diferença nunca foi acesso a ferramenta, porque a ferramenta todo mundo tem. A diferença é ter paciência de ler documento que a maioria bate o olho e fecha. Hoje, com inteligência artificial, eu leio um volume de documento que antes não dava pra ler à mão.
Como funciona, em quatro passos.
Eu analiso o processo e te digo com franqueza se dá pra fazer alguma coisa. Sem custo.
Contrato de parceria entre nós dois, e você me passa um substabelecimento pra atuar.
Assumo a condução com autonomia. Você acompanha tudo pelos autos, sem precisar tocar em nada.
Você recebe, repassa o crédito ao cliente e me passa a minha parte. Nessa ordem.
Se eu não recuperar nada, você não me paga nada.
De onde sai a minha parte.
Essa é a pergunta que todo advogado faz na primeira conversa, então já respondo. A minha participação sai da sua parte, nunca do crédito do cliente.
Exemplo com um processo que libera R$ 20.000:
- Incide sobre honorários contratuais e sucumbência, quando houver sucumbência.
- O percentual a gente combina antes, caso a caso, e fica escrito no contrato.
- O cliente não paga nada a mais por eu estar no processo. Você não precisa explicar custo novo pra ninguém.
Pense em mim como o departamento de execução do seu escritório.
Só que longe dele.
Um escritório que quisesse resolver isso por dentro precisaria contratar alguém com experiência em execução, treinar, dar mesa, dar sistema e pagar todo mês. O custo entra na folha em janeiro e continua entrando em julho, tenha entrado dinheiro ou não.
- Salário fixo todo mês
- Encargos, estrutura e sistema
- Tempo até a pessoa ficar boa nisso
- Custa igual no mês em que nada entra
- Você gerencia, cobra e acompanha
- R$ 0 de custo fixo
- Nenhuma estrutura pra manter
- Experiência que já está pronta
- Mês sem recebimento não te custa nada
- Eu conduzo, você só acompanha
Um departamento inteiro
que só custa quando dá certo.
E tem um detalhe que muda a conta: os processos que você me manda são justamente aqueles que você já tinha colocado na conta de prejuízo. Você não está abrindo mão de honorário que ia receber. Você está dividindo um dinheiro que, até semana passada, não existia.
Não é só a execução.
Depois de contratado, eu assumo a parte pesada do processo inteiro. Isso inclui o que a maioria dos escritórios prefere não fazer:
- Sustentação oral nas sessões de julgamento.
- Recursos até o TST, com a técnica que a instância exige.
- Recurso ao STF, nos casos excepcionais que comportam.
Você continua com o cliente e com o escritório rodando. Eu fico com a parte que consome tempo e não deixa você atender ninguém.
Não pego todo processo.
Prefiro dizer antes e não fazer você perder tempo.
Faz sentido se
- A execução passa de R$ 20 mil.
- O processo está arquivado ou parado há tempo demais.
- A prescrição está sendo discutida e ainda cabe recurso.
- Está em prazo de recurso e você quer reverter.
- Você quer tirar o caso da sua mesa sem abrir mão do cliente.
Não faz sentido se
- A execução está abaixo de R$ 20 mil. A conta não fecha pros dois lados.
- Você quer que eu fale direto com o seu cliente. Eu não faço isso.
- Você quer dividir a condução e se manifestar nos autos junto comigo.
- A prescrição já foi reconhecida e transitou em julgado. Nesse ponto ninguém reverte.
- Você procura garantia de resultado. Isso ninguém honesto te dá.
Quem vai conduzir o seu processo.
Sou Maurício Santana Corrêa, advogado inscrito na OAB/GO sob o nº 28.740. Trabalho com a fase que a maioria dos escritórios evita, que é transformar sentença ganha em dinheiro na conta.
Trabalho de forma 100% online, e isso é escolha, não improviso. Processo é eletrônico, prova é digital e petição não precisa de sala de reunião. Sem agenda de deslocamento, eu respondo mais rápido e atendo advogado de qualquer estado sem que isso mude nada no andamento do caso.
Atendo advogado, e não cliente final. Foi uma escolha de como montar o meu trabalho: eu me especializei em processo difícil e deixo a relação com o cliente na mão de quem construiu essa relação. Funciona bem pros dois lados, porque você fica com o cliente e eu fico com o problema.
- Mais de R$ 15 milhões já recebidos por clientes em execuções trabalhistas
- Atendimento 100% online, por WhatsApp, e-mail e chamada de vídeo
- Contrato escrito, com o percentual definido antes de qualquer coisa
O que os advogados sempre perguntam.
O substabelecimento é público, então ele pode ver o meu nome nos autos. O que não acontece é eu procurar o seu cliente, ligar pra ele ou responder mensagem dele. A relação é sua. Se ele perguntar, você explica que trouxe um parceiro pra fase de execução, o que é absolutamente normal e comum.
Eventuais custos ficam por conta do advogado que me contratou, que depois recupera do próprio cliente, como já é usual no processo do trabalho. Nada disso sai da minha parte nem entra como cobrança minha.
Varia caso a caso, e o que define é o tamanho do problema. Processo parado há oito anos, com devedor blindado e patrimônio escondido, não dá o mesmo trabalho de um que só precisava de uma pesquisa bem feita. Como eu assumo o risco inteiro e só recebo se o dinheiro entrar, quanto mais difícil o caso, maior a minha parte. A gente combina antes de qualquer coisa, você concorda ou não, e só depois o contrato é assinado. Sem surpresa no meio do caminho.
Você não me paga nada. Eu só recebo se você receber, e é por isso que eu seleciono os casos que aceito. Quando eu digo que vale a pena tentar, é porque eu vi alguma coisa ali.
Prefiro que não, e é uma questão de estratégia. Duas pessoas peticionando no mesmo processo em direções diferentes atrapalha mais do que ajuda. Se você quiser fazer alguma coisa, me chama antes e a gente decide juntos. Você acompanha tudo pelos autos, o tempo todo.
Aí depende do estágio, e eu vou ser honesto com você. Se já existe decisão reconhecendo a prescrição e ela transitou em julgado, não tem mais o que fazer, e prefiro te dizer isso agora a te vender esperança. Se ainda cabe recurso ou a discussão está viva, manda que eu olho. O ideal é sempre me chamar antes de transitar, porque depois disso a porta fecha pros dois.
Sim. O processo é eletrônico e a atuação é remota, então a comarca não é problema.
Aquele processo que você não abre há dois anos.
Manda ele pra mim. Eu olho e te digo com franqueza se dá pra fazer alguma coisa. Se não der, você perdeu cinco minutos. Se der, você recupera um crédito que já tinha colocado na conta de prejuízo. E se ele estiver parado há quase dois anos, essa conversa é pra hoje.
Falar com o Maurício agoraAnálise sem compromisso. Honorários só no êxito.
P.S. Se você chegou até aqui e ainda está com a dúvida do cliente, pensa comigo. Um advogado que quisesse clientes pegava esses casos sozinho e ficava com 100%. Eu trabalho com volume de processo decidido, e volume desse tamanho nenhum escritório consegue sozinho. Vem de advogado que confia em mim. É esse o negócio.